quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Quietude

 
Como eu gosto do sossego. Nunca fui dada a confusões e multidões com os seus sonantes alaridos,nem vê-las. Para isso já me basta o meu trabalho e quanto a isso,nada posso fazer.
Por isso,opto sempre que possível,pelo sossego.
Creio que as únicas excepções que fiz relativamente a isso ao longo da vida,foram os concertos e festivais de música nos quais,deliberadamente e com muito agrado me "inseria"...! E aí,tentava ignorar o facto de olhar em volta e ser uma cabeça de alfinete,no meio de tantas outras e relativizava a minha surdez no final de cada concerto.
Claro que quando se corre por gosto,o cansaço é outro...
Aproveito também esta calma que me agrada,para aninhar-me no sofá,com um livro. Agora comecei muito entusiasmada a ler este, cuja história me deixou curiosa,para além da mesma ser intercalada com autênticas fotografias vintage.

E este preciso momento,"congelo-o" através das palavras,porque é digno disso e traduz exactamente a sensação do que escrevo : sossego. A chuva cai lá fora e dentro de casa a atmosfera é serena.
Certamente,uma das mais perfeitas atmosferas que existe,a meu ver.


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