Como tal,vai-se juntar á minha colecção e eu tenho a certeza que vai valer a pena.
domingo, 21 de julho de 2013
Café de Flore
Ainda só vi o trailer, li algumas críticas,mas é o suficiente: quero mesmo ver este filme,cheira-me que é daqueles fortes,com direito a "soco no estômago", como eu gosto.
Como tal,vai-se juntar á minha colecção e eu tenho a certeza que vai valer a pena.
Como tal,vai-se juntar á minha colecção e eu tenho a certeza que vai valer a pena.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Coisas que são a minha cara chapada e não há nada a fazer
imagens Elle.es
Não vale a pena entrar em pormenores sobre o quanto esta singela casinha de campo, é TÃO a minha cara. Creio que só lhe fazia uma alteração, em relação á lareira e tornava-a mais pitoresca, com um ar mais cozy. Adoro lareiras e salamandras ( faz parte do meu lado "rapariga que nasceu no frio",nasci no final de Outubro e identifico-me completamente com a minha estação,que é o Outono).
Mas provavelmente, estando in loco nesta maravilha de casa, eu não mexeria sequer um tapete do sítio,quanto mais a lareira...
sábado, 13 de julho de 2013
Parêntesis de ar fresco
Que é como quem diz, a brasa que se sentia deu tréguas (vamos lá a ver por quanto tempo) e agora sim, estou como um peixe dentro de água.
De repente o chá apetece quente e não gelado, já não há ar condicionado ligado dentro de casa, o pessoal que aqui habita já se encontra meio vestido (e não meio despido), a bebézoca deixou de andar só com a fralda e mangueira do jardim atrás (sim,ela dá-se a si própria banhinhos de mangueira) e quanto a mim, pus de parte a molenguice aliada a 40 graus á sombra e fui deliberadamente,cheia de vontade, para a minha máquina de costura,onde algumas encomendas aguardam ser feitas ( e isto,sem pingar,sem ventoinhas,sem asneirar, devido ao calor insuportável ).
É a mais pura das verdades: sou mais pessoa do frio .
Oooh yeah. Já enviei a recomendação de que no futuro deverei ser escandinava.
Mas o Verão é uma procissão que ainda vai no adro e claro que também tem coisas boas (desde que não me faça sentir que qualquer centímetro da minha pele é adequado para fritar um ovo).
Um destes dias vi na televisão a reportagem de um negócio que existe cá, em Portugal e que num futuro Verão, adoraria experimentar!
Não seria bem explorar a costa australiana numa pão de forma ( sonho meu ), mas não tem problema nenhum...! a carrinha maravilhosa está lá, com toda a sua graça e mística e a costa vicentina é nossa, portuguesa e irresistível.
Agora vou continuar a gozar a brisa refrescante, porque não sei se daqui a dias não me batem 45 graus á porta...
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Faz de conta
Ando a tentar fazer de conta.
A fazer de conta que o Verão é muito fixe,que estes pra lá de 40 graus que se fazem sentir há dias não me fustigam a paciência, não me apelam ao cansaço (ainda mais) e que meter-me debaixo do chuveiro de cada vez que aglomero mais de 7 movimentos corporais é das melhores sensações já experimentadas.
Ando a fazer de conta que não reparo absolutamente nada, que o povo pulula ainda mais em meu redor,quer seja no meu trabalho (ossos do ofício, é a época alta), quer seja no meio das filas de trânsito, quer seja nos supermercados...tudo é Verão,camisola de alça,chinelo no pé e transpiração a rodos.
E por mim,podia muito bem o termostato descer 10 graus,que continuaríamos a ter um belo e acima de tudo, (bem mais) suportável Verão.
Arre.
Adiante. Faço de conta que tudo isto acima mencionado é irrelevante e eu vou atravessar este acalorado episódio sazonal com uma rosa na mão.
Enquanto este filme decorre, de vez em quando faço uns pequenos intervalos no jardim da minha casa,onde há sombra, água, verde, livre de densidade populacional, livre de trânsito. E paz,muita paz.
Ando também a tentar fazer de conta que os Depeche Mode vão tocar daqui a dias e eu não me ralo nada por não os ir ver (muito francamente, após tantos anos a ir a concertos,já não estou muito certa da minha resistência e também paciência...)
Posto isto e ao contrário do que possam pensar, eu estou de óptimo humor e boa disposição...é que nisto eu não sou nada boa a fazer de conta: ou é...ou não é*
ps. não podia deixar de desejar aqui um grande bem haja á alma que decidiu divulgar (baseado obviamente em factos bem estruturados) que este iria ser o verão mais frio dos últimos 100 anos: a TI que determinaste esta verdade inabalável,só te digo isto - és grande.
A fazer de conta que o Verão é muito fixe,que estes pra lá de 40 graus que se fazem sentir há dias não me fustigam a paciência, não me apelam ao cansaço (ainda mais) e que meter-me debaixo do chuveiro de cada vez que aglomero mais de 7 movimentos corporais é das melhores sensações já experimentadas.
Ando a fazer de conta que não reparo absolutamente nada, que o povo pulula ainda mais em meu redor,quer seja no meu trabalho (ossos do ofício, é a época alta), quer seja no meio das filas de trânsito, quer seja nos supermercados...tudo é Verão,camisola de alça,chinelo no pé e transpiração a rodos.
E por mim,podia muito bem o termostato descer 10 graus,que continuaríamos a ter um belo e acima de tudo, (bem mais) suportável Verão.
Arre.
Adiante. Faço de conta que tudo isto acima mencionado é irrelevante e eu vou atravessar este acalorado episódio sazonal com uma rosa na mão.
Enquanto este filme decorre, de vez em quando faço uns pequenos intervalos no jardim da minha casa,onde há sombra, água, verde, livre de densidade populacional, livre de trânsito. E paz,muita paz.
Ando também a tentar fazer de conta que os Depeche Mode vão tocar daqui a dias e eu não me ralo nada por não os ir ver (muito francamente, após tantos anos a ir a concertos,já não estou muito certa da minha resistência e também paciência...)
Posto isto e ao contrário do que possam pensar, eu estou de óptimo humor e boa disposição...é que nisto eu não sou nada boa a fazer de conta: ou é...ou não é*
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Take this Waltz
Queria ver este filme. Já estava listado há um tempo. E hoje foi o dia.
Creio que já disse algures por aqui, o quanto eu gosto de histórias cruas, imprevisíveis, simples, quotidianas, em que facilmente nos reconhecemos nelas e nas quais o "final feliz" não tem necessariamente de existir.
Este filme é assim, para além do regalo que foi para os meus olhos, toda a parte de cenários, guarda- roupa, pequenos detalhes decorativos que obviamente sugaram a minha atenção e a certa altura, já não sabia se lia as legendas, ou se me deliciava com a casa da Margot.
Cada vez mais sou da opinião que a Michelle Williams se adequa perfeitamente a um registo menos comercial, como este .
Conclusão,foram quase 120 minutos muito bem passados.
sábado, 29 de junho de 2013
4 anos
4 anos de aliança no dedo. 4 anos de um casamento relâmpago, que até a nós os dois, os principais intervenientes, nos apanhou de surpresa. Muito provavelmente porque era assim que tinha de acontecer. A história,já foi aqui resumidamente contada por mim,há 1 ano atrás.
Foi um turbilhão de emoções e em pouco tempo, a certeza de que seria este o passo que queríamos dar. E assim o fizemos. Como dizem os franceses, c'etait á la follie.
E cá estamos,cá continuamos passados 4 anos, na alegria, na tristeza, na saúde e na doença, estamos e continuamos onde queremos estar, porque as adversidades também nos tornam mais fortes e tudo serve para nos mostrar, que é mesmo aqui definitivamente que queremos estar e continuar.
O dia do casamento é o idílio dos dias e para quem nunca o desejou ou sonhou, como nós, foi absolutamente perfeito. Todos os outros dias que se seguem a esse, é que são a prova de fogo e a confirmação do idílio.
Que se conserve assim,por muitos mais anos.
Foi um turbilhão de emoções e em pouco tempo, a certeza de que seria este o passo que queríamos dar. E assim o fizemos. Como dizem os franceses, c'etait á la follie.
E cá estamos,cá continuamos passados 4 anos, na alegria, na tristeza, na saúde e na doença, estamos e continuamos onde queremos estar, porque as adversidades também nos tornam mais fortes e tudo serve para nos mostrar, que é mesmo aqui definitivamente que queremos estar e continuar.
O dia do casamento é o idílio dos dias e para quem nunca o desejou ou sonhou, como nós, foi absolutamente perfeito. Todos os outros dias que se seguem a esse, é que são a prova de fogo e a confirmação do idílio.
Que se conserve assim,por muitos mais anos.
sábado, 22 de junho de 2013
A minha opinião sobre estilo
Basicamente se resume a isto : estilo creio que é coisa que já corre no sangue, já é algo inato e encontra-se descaradamente no adn.
Eu vejo centenas de pessoas, todos os dias no meu trabalho. Pessoas do mundo inteiro. Vejo pessoas vestidas e adereçadas de "grifes" praticamente da cabeça aos pés e aquilo que se traduz,em comunicação visual é: nada ou, pior, pinderiquice desregrada. Não dá, ali não dá para morar estilo.
Mas, existem aquelas pessoas, que podem ter umas simples havaianas nos pés,umas calças de ganga e uma camisola...e transpiram estilo por todos os lados.
Por isso é que a meu ver, o estilo não pode ser algo forçado, mas sim um todo que "vem de dentro", que já faz parte da pessoa. E isto nota-se tão bem! tudo está em sintonia, a forma de vestir, a existência (ou não) de acessórios, a maneira como se movimenta, como fala...a maneira como pensa e até a própria maneira de encarar a vida! Tudo,mas tudo isto é estilo, que na minha singela opinião, e tal como tudo o resto, não deve ser forçado.
Um exemplozinho disto que eu estou a dizer é esta senhora que transborda, transpira, emana estilo por todos os poros que tem. E também aqui reside a questão de eu achar que ele (o estilo) existe no adn: os filhos dela. E creio que no que respeita ao estilo, já disse tudo aquilo que queria dizer.
Miss James, from Bleubirdvintage blog.
Eu vejo centenas de pessoas, todos os dias no meu trabalho. Pessoas do mundo inteiro. Vejo pessoas vestidas e adereçadas de "grifes" praticamente da cabeça aos pés e aquilo que se traduz,em comunicação visual é: nada ou, pior, pinderiquice desregrada. Não dá, ali não dá para morar estilo.
Mas, existem aquelas pessoas, que podem ter umas simples havaianas nos pés,umas calças de ganga e uma camisola...e transpiram estilo por todos os lados.
Por isso é que a meu ver, o estilo não pode ser algo forçado, mas sim um todo que "vem de dentro", que já faz parte da pessoa. E isto nota-se tão bem! tudo está em sintonia, a forma de vestir, a existência (ou não) de acessórios, a maneira como se movimenta, como fala...a maneira como pensa e até a própria maneira de encarar a vida! Tudo,mas tudo isto é estilo, que na minha singela opinião, e tal como tudo o resto, não deve ser forçado.
Um exemplozinho disto que eu estou a dizer é esta senhora que transborda, transpira, emana estilo por todos os poros que tem. E também aqui reside a questão de eu achar que ele (o estilo) existe no adn: os filhos dela. E creio que no que respeita ao estilo, já disse tudo aquilo que queria dizer.
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