Facto Muito Importante: ao ler a "Sábado" desta semana,deparei-me com algo que não vou esquecer e passo a citar : "As ressonâncias magnéticas revelam que oferecer coisas ou doar dinheiro,activa o centro de recompensa no cérebro,fazendo aumentar a dopamina,ou seja,fazendo as pessoas mais felizes. Há estudos que indicam uma diminuição de 60% na mortalidade das pessoas que ajudam outras".
Maravilhoso,não é? ou seja,está comprovado que ser genuinamente altruísta,para além da grandiosidade do acto,acarreta também "ingredientes" do elixir da longevidade.
E lá está,é daquelas coisas em que faço questão de acreditar e,essencialmente, (elixires á parte) ...de praticar.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
A menina dos meus olhos
Para quem me conhece bem,o momento em que anunciei que estava grávida,foi no mínimo de espanto.
Isto porque ao longo da minha vida,sempre fui muito renitente relativamente á questão de ser mãe,basicamente assustava-me a ideia de ter uma criaturazinha indefesa totalmente dependente de mim,a precisar da minha atenção constante,do meu apego,da entrega de todo o meu instinto maternal.
A questão,lá está,é que eu nunca dei por mim a ter tal instinto,logo tudo o resto relacionado com o assunto seria inviável...e não se pensava mais nisso.
Mas aquilo que muitas vezes nos esquecemos,é do quão imprevisível pode ser o futuro: quando pensamos que conduzimos o leme do barco que é a nossa vida,surge a "correnteza" do destino ou seja lá o que fôr,que nos "leva o barco" noutra direcção completamente diferente.
Foi assim que aconteceu comigo. E ainda bem. É que não consigo imaginar uma vida,esta minha vida,sem ter passado por esta sensação desmesuradamente boa,de amar tanto este pequenino ser,que tanto de mim depende.
E o mais irónico ? "fui feita" para isto...
Isto porque ao longo da minha vida,sempre fui muito renitente relativamente á questão de ser mãe,basicamente assustava-me a ideia de ter uma criaturazinha indefesa totalmente dependente de mim,a precisar da minha atenção constante,do meu apego,da entrega de todo o meu instinto maternal.
A questão,lá está,é que eu nunca dei por mim a ter tal instinto,logo tudo o resto relacionado com o assunto seria inviável...e não se pensava mais nisso.
Mas aquilo que muitas vezes nos esquecemos,é do quão imprevisível pode ser o futuro: quando pensamos que conduzimos o leme do barco que é a nossa vida,surge a "correnteza" do destino ou seja lá o que fôr,que nos "leva o barco" noutra direcção completamente diferente.
Foi assim que aconteceu comigo. E ainda bem. É que não consigo imaginar uma vida,esta minha vida,sem ter passado por esta sensação desmesuradamente boa,de amar tanto este pequenino ser,que tanto de mim depende.
E o mais irónico ? "fui feita" para isto...
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Quando eu era pequenina...
...já sabia bem o que queria.Agora,mais do que saber aquilo que quero,é ter a certeza daquilo que não quero.Felizmente a própria vida "alimenta-nos" da sensatez necessária para tal reconhecimento.
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